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14 jul

Sete práticas essenciais que os educadores devem estimular no ambiente escolar

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Mais do que um ambiente de aprendizagem, a Educação Infantil  é também o primeiro local de convívio social fora do círculo familiar para a maioria das crianças. E é justamente nos primeiros anos de formação que elas começam a conviver em sociedade e precisam de apoio tanto da família quanto da escola. No post de hoje você confere algumas das práticas que são essenciais para que a instituição de ensino se torne um ambiente acolhedor tanto para o aluno quanto para a sua família.

Confira e veja o que pode ser colocado em prática na sua rotina de trabalho como educador:

1 – Comunicação com a família: essa é uma ação que depende tanto da escola quanto dos pais e responsáveis pela criança. Atividades e deveres de casa que possam ser compartilhados entre todos, reuniões periódicas de alinhamento e uma ferramenta de comunicação diária – como agenda ou e-mails – apoiam na inclusão e transparência entre família e escola.

2 – Propostas de inclusão: a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) garante direito à educação e que é dever do Estado, da família e da comunidade escolar garantir o acesso à aprendizagem. Na prática sabemos que a inclusão requer investimento e qualificação e que para as escolas esse é um grande desafio. No entanto, é preciso sempre pensar em atividades que incluam todos os alunos, e a utilização de recursos que permitam a inclusão de crianças com deficiência. Como educador, além de alinhar com a direção ações para melhoria tanto do ambiente físico quanto da estrutura de ensino, você ainda pode sugerir novos recursos. Foi justamente com esse propósito que a PlayTable lançou os livros digitais em Libras, que garante aos alunos surdos a inclusão no momento da contação de histórias.

3 – Estímulo à autonomia da criança: quais as atividades propostas em sala de aula que apoiam a criança no desenvolvimento da autonomia? Quando a criança tem liberdade para escolher uma brincadeira, definir o tema de uma redação ou auxiliar na construção das regras de convívio em sala de aula, por exemplo, começa a perceber o seu papel na sociedade. Você pode ainda criar dinâmicas ou incentivar jogos que façam com que os alunos resolvam ações de forma independente, sem a intervenção de um adulto.

4 – Responsabilidade: na rotina escolar, é importante que a criança saiba que o dever de casa, o cuidado com a limpeza da sala, a preservação de seus materiais são ações de sua responsabilidade. E que a falta de cuidado tem consequências. Estimule o diálogo sobre estas questões e reforce as regras que envolvem o bom convívio. Deixe claro que, independente da idade da criança, haverá situações que somente ela deve resolver.

5 – Empatia: essa é uma característica fundamental na formação de qualquer ser humano. Se colocar no lugar do outro não é fácil, ainda mais quando se é criança. Se a sua escola recebe alunos cadeirantes, por exemplo, você pode criar dinâmicas para que os demais percebam as limitações e desafios enfrentados pelos colegas. O desenvolvimento de atividades com venda, ter que executar uma ação de movimento apenas sentado são algumas das dicas. Assim ela começa a perceber que é importante respeitar as diferenças e compreender as dificuldades do outro.

6 – Novas práticas pedagógicas: a educação não é um processo estático e está em constante renovação, não deixe de se atualizar e ficar de olho nas novidades que surgem. Já falamos aqui sobre o movimento maker e a tecnologia em sala de aula como ações que auxiliam na aprendizagem e estimulam a participação dos alunos.

7 – Lúdico também ajuda a aprender: a ludopedagogia, como destacamos neste post, é o uso da brincadeira na educação. Traz, de forma estruturada e planejada, o dia a dia da criança como parte do processo de aprendizagem. Que tal apoiar o ensino da sua disciplina com essa prática. Principalmente na educação infantil, o brincar é essencial para o desenvolvimento da criança.

 

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